LIA LETICIA FERREIRA LEITE Thinya

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Thinya   
16:09
2019

La película nació de una residencia artística en Berlín, donde la directora encontró dos álbumes de fotos en un “mercado de pulgas”. El álbum contiene tres décadas de cumpleaños, viajes y fiestas que tuvieron lugar entre 1960 y 1990 por una mujer llamada Inge. A partir de los álbumes, Lia Letícia crea una narración en la que Inge y sus compatriotas terminan ilustrando textos de cronistas alemanes que viajaron a Brasil entre los siglos XVI y XVIII: Hans Staden, Johan Baptist von Spix y Karl Friedrich Philip von Martius. Todo narrado por una voz en off en el idioma indígena del pueblo Fulni-ô / PE, el yathee. Irónicamente intercambiando y confundiendo lugares entre colonizadores y colonizados, jugando con estas posiciones, reorganizando historias latentes en objetos originalmente aislados. ¿Una imagen vale más que mil palabras?

O filme nasceu de uma residência artística em Berlim, onde a diretora encontrou dois álbuns de fotografias em um “mercado de pulgas”. O álbum contém três décadas de aniversários, viagens e festas ocorridas entre 1960 e 1990 de uma mulher chamada Inge. A partir dos álbuns, Lia Letícia cria uma narrativa na qual a Inge e seus compatriotas terminam por ilustrar textos de cronistas alemães que viajaram para o Brasil entre os séculos XVI e XVIII – Hans Staden, Johan Baptist von Spix e Karl Friedrich Philip von Martius. Tudo narrado por uma voz off na língua indígena do povo Fulni-ô/PE, o yathee.  Trocando e confundindo os lugares entre colonizadores e colonizados, de forma irônica, brincando com essas posições, re-arranjando histórias latentes em objetos originalmente isolados. Uma imagem vale mais que mil palavras? 

Lia Letícia nació en Viamão/RS, Brasil, realizó cursos de Historia y Artes Visuales y comenzó su carrera artística con la escenografía para teatro y escuela de samba. A finales de los 90, se mudó a Olinda/PE y exploró la pintura en varios medios, incluido el audiovisual. Aparecen las primeras investigaciones en videoarte y películas experimentales. Además de escribir y dirigir sus propias películas, trabaja como directora de arte. Sus obras se mueven entre festivales de cine y exposiciones de arte. Coordina espectáculos de cine experimental como Cinecão y actuó como curadora en el Festival Palco Preto, dirigido a artistas afrodescendientes, todos en PE. Es educadora en proyectos de experimentación audiovisual, como Escola Engenho, entre otros. Vive en Recife.

Lia Letícia é natural de Viamão/RS, passou pelos cursos de História e Artes Visuais e iniciou a carreira artística com cenografia em teatro e escola de samba. No final da década de 90 muda-se para Olinda/PE e explora a pintura em diversos suportes, inclusive o audiovisual. Surgem as primeiras investigações em videoarte e filmes experimentais. Além de escrever e dirigir seus próprios filmes, trabalha como diretora de arte. Seus trabalhos transitam entre festivais de cinema e exposições de arte. Coordena mostras de cinema experimental como o Cinecão e atuou como curadora no Festival Palco Preto, direcionado a artista afrodescendentes, todos em PE. É educadora em projetos de experimentação audiovisual, como a Escola Engenho, dentre outros. Vive em Recife.

 

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